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    Câncer e Tratamento

    O que é o Câncer

    O câncer é uma doença que aparece sob várias formas e em qualquer parte do corpo (menos nos dentes e nos cabelos). Não é uma doença única, mas cerca de 200 doenças distintas, cada uma delas com suas causas, sintomas e tratamentos específicos.
    Qualquer tumor, seja ele benigno ou maligno, surge por causa de uma alteração genética das células do organismo. A diferença entre eles diz respeito principalmente à sua capacidade de crescimento e de disseminação para outras áreas do corpo (metástase). Os tumores benignos crescem lentamente e não se espalham para outras partes do corpo, enquanto os tumores malignos (também chamados de câncer ou neoplasia maligna) crescem de maneira descontrolada, destruindo o tecido local e se alastrando para outras partes do corpo, formando as metástases.

    Diagnóstico de Câncer

    Se houver uma lesão ou nodulação suspeita, o seu médico deverá indicar um método para diagnóstico. Esse método pode ser uma punção ou biópsia da lesão. A punção extrai secreção da lesão para avaliação citológica e a biópsia extrai fragmentos (pequenos pedaços) da lesão para avaliação histopatológica. O material retirado por estes exames é encaminhado para um médico patologista que fará o exame anátomo-patológico que definirá se a lesão é ou não é um câncer.
    Nos casos de câncer de mama o exame pode ser feito já durante a consulta em lesões palpáveis. Nos casos de lesões que não são palpáveis, é necessário exames através de ecografia ou mamografia para localizar a alteração.
    Se o tumor é mesmo um câncer, segue-se a realização de exames para estadiamento da doença. Esta etapa é necessária para estabelecer a extensão da doença, se é inicial ou se já tem metástases.
    O estadiamento é realizado através de exames de sangue e de imagem, dependendo de cada caso e tipo de câncer. Pode ser realizado radiografia, cintilografia, tomografia, ressonância magnética etc.
    A extensão do tumor é dada pela classificação TNM (tumor/linfonodo/metástase) e revela se a doença está em fase inicial, mediana ou avançada. Isso é importante para definir o tipo de tratamento a ser realizado.
    Além desses exames para estadiamento, o paciente com câncer ainda deve fazer avaliações que o preparem para cirurgia e os demais tratamentos: exames de sangue, ecografias, imunohistoquímica, avaliações de especialistas (cardiologistas, por exemplo), dependendo de cada caso.

    E agora?

    Caso seja confirmado que o diagnóstico é realmente de câncer, antes de mais nada, CORAGEM!!!
    Querido paciente, querido amigo(a), muita calma nesta hora!Tenha coragem para lutar e vencer!
    Ao receber o diagnóstico de câncer você pode sentir que perdeu o chão... pode sentir medo, ansiedade, angústia, preocupação, raiva, revolta... e pode ficar agressivo. Não se assuste se você se sentir desorientado. O caminho da superação é possível!
    Nesse momento, nada é mais importante do que cuidar de você mesmo(a). Lembre-se de bons sentimentos como amor, esperança, carinho, amizade, fé e felicidade. Você vai precisar de todas as forças para enfrentar a dor, a depressão e a vontade de desistir. Transforme a revolta e outras tantas emoções que surgirem, em algo produtivo para si mesmo(a), com determinação e coragem.
    Assim, após a confirmação da doença, comece logo a fazer a coisa certa: faça uma lista de suas obrigações e prioridades e coloque-se em primeiro lugar, no topo, acima do trabalho, da casa e até mesmo da família. Aos poucos, as coisas vão voltando a seu devido lugar e você vai retomando as rédeas da sua vida.
    O tratamento de câncer exige que o(a) paciente seja forte e confiante. Tente manter a calma. Seja positivo(a) e tenha esperança. O câncer é uma doença em que a atitude positiva é tudo! Torne-se agente do seu processo de recuperação. Torne-se uma pessoa consciente na luta contra o câncer.
    Apoie-se em sua crença espiritual (o poder de Deus e da oração). Confie e colabore com a equipe médica, compartilhando duas dúvidas. Mas além de Deus e da equipe médica, o(a) paciente conta consigo mesmo, com sua própria força e vontade de superar.
    Amigo(a) Paciente, Você pode e deve se ajudar em todas as fases da recuperação, até a superação total.
    Tenha coragem de lutar, crescer e vencer.
    Acredite que a VIDA vai ser melhor. E será!

    Tratamentos

    O objetivo do tratamento é erradicar completamente o câncer, impedindo a proliferação celular, o crescimento tumoral e o aparecimento de metástases. Câncer em fase inicial tem maiores chances de cura.
    Após realizado o diagnóstico e exames de estadiamento, o médico assistente realiza a avaliação do paciente como um todo. Nesta fase, o paciente faz exames complementares e avaliações que forem necessárias com equipe multidisciplinar: médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, entre outros.
    Existem quatro tipos considerados básicos para o tratamento contra o câncer. São eles: cirurgia, radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia. É preciso afirmar desde logo: não existe até hoje nenhuma abordagem alternativa capaz de curar o câncer.
    Hoje não se pode pensar em tratar adequadamente o câncer sem recorrer às excepcionais técnicas desenvolvidas pela medicina: cirurgia, radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia/imunoterapia.
    Para muitos pacientes, a cura é obtida com a combinação de tratamentos. Por isso, a cirurgia e a radioterapia de áreas específicas do corpo são frequentemente combinadas com a quimioterapia, que afeta todo o organismo. Cada caso deve ser avaliado separadamente e decidido pela equipe médica assistente a melhor combinação de tratamento para cada um.

    Tipos de tratamento
    As opções de tratamento para o câncer dependem do tipo de câncer (por exemplo, o de mama) e do estágio da doença (se inicial, mediano ou avançado), de possíveis fatores adversos, da preferência e condições gerais de saúde do paciente (por exemplo, se há alguma outra doença como cardiopatias ou problemas respiratórios que interfiram no tratamento).
    Os tratamentos para o câncer se dividem basicamente em dois tipos: local e sistêmico.
    O tratamento local é aquele direcionado diretamente à região em que o tumor se encontra, e tem por objetivo a retirada do tumor (cirurgia) ou o controle local (radioterapia), com o intuito de destruir o tumor ou as células tumorais restantes no local.
    O tratamento sistêmico é aquele em que a medicação circula no sangue para atingir e destruir as células cancerosas tanto no local de origem quanto nas outras áreas do corpo, com o objetivo de evitar que a doença se espalhe formando metástase.

    1 – CIRURGIAS

    Tipos
    Da mama: mastectomia (retirada de toda a mama) e cirurgia conservadora (retirada de parte da mama onde se encontra o tumor). A cirurgia conservadora depende do tamanho do tumor e pode ser tumorectomia (retira apenas o tumor), setorectomia (retira o tumor e uma parte da mama em volta) ou quadrantectomia (retira um quarto da mama onde está o tumor).
    Dos linfonodos: dissecção axilar ou linfadenectomia que é a retirada dos linfonodos da axila. Biópsia do linfonodo sentinela em que são retirados apenas os primeiros linfonodos mais próximos à mama.

    Efeitos colaterais e cuidados
    As cirurgias podem ter como complicações comuns a infecção, o sangramento e a ‘’queda’’ dos pontos (deiscência). Deve-se estar atento aos cuidados com a higiene e com a ferida operatória e procurar atendimento médico ao menor sinal de problema.
    Outra complicação possível da cirurgia é o aparecimento de inchaço ou linfedema no braço do lado da cirurgia. Isso acontece pelo acúmulo de líquidos causado pela retirada dos gânglios linfáticos axilares durante a cirurgia. Esse procedimento é necessário para evitar a progressão da doença. Não há uma maneira certa de prever quem desenvolverá ou não o linfedema. Pode ocorrer logo após a cirurgia ou mesmo anos depois. O potencial de se desenvolver o linfedema se mantém ao longo da vida da mulher. Um dos primeiros sinais do linfedema pode ser uma sensação de aperto no braço ou mão do mesmo lado em que foi tratado o câncer de mama. Alguns cuidados devem ser tomados pelo paciente com o objetivo de evitar aparecimento do linfedema. É importante hidratar bem a pele do braço todos os dias, aproveitando para massagear o braço, evitar atividades com exercícios repetitivos (como digitar ou escrever, fazer crochê etc), evitar pegar excesso de peso (carregar bolsas e sacolas, levantar pesos), evitar uso de pulseiras, relógios e anéis apertados, evitar qualquer procedimento que possa causar ferimentos no braço e mão (retirar cutículas, usar lâminas ou cera para depilar, queimaduras, usar com cuidado facas e tesouras), não colocar compressas quentes ou geladas no braço, não usar ‘’remédios’’ sem orientação do seu médico. Qualquer inchaço, aperto ou acidente no braço ou mão deve ser reportado imediatamente ao seu médico.

    2 - RADIOTERAPIA
    3 - QUIMIOTERAPIA
    4 - HORMONIOTERAPIA

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